Café da Manhã da Carol

No último dia 28, segunda-feira, gravamos o café da manhã da Carol. O trabalho solicitado pela nossa professora de cinema, Celina. Era para a nossa linda agência Grand Café criar uma cena de café da manhã da maneira que quiséssemos.
Essa liberdade de criação fez com que a equipe, a princípio, “pirasse” um pouco, imaginasse uma cena com 3 ou 4 personagens, com brigas, “jogada” de café na cara e tudo mais. Mas, claro, depois do momento “Uaaauu vamos fazer algo fodástico”, começamos a pensar mais com o que tínhamos para aquele momento, que eram apenas vinte minutos para reproduzir uma cena, com vários planos, clouse-up, travellings diferentes, um problema e, claro, começo, meio e fim.
Então, decidimos optar por algo prático e ao mesmo tempo interessante, com qualidade, mas que não gere tanto tempo para não ultrapassarmos o limite dos vinte minutos solicitados pela professora.
A história foi a seguinte: uma jovem chamada Carol, foi à balada na noite anterior, e não se lembrava o que havia acontecido, nem mesmo como voltou para casa. Aí ela acorda e vai tomar o seu café, pois é dia de semana e o trabalho e a faculdade ainda a aguardam durante o dia. Com uma dor de cabeça imensa, ela começa seu café da manhã cheia de questionamentos a si mesma referente ao acontecido na noite anterior. Até que ouve um barulho estranho, de uma porta se abrindo, mas, como mora sozinha, não deu muita importância. Mas, para o espanto da personagem, parece que a noite foi bem mais movimentada do que ela pensa. Chega na cozinha um rapaz que, pelo que tudo indica, passou a noite com ela, pois até o nome dela ele sabe. O desconhecido senta-se na mesa após lhe dar um beijo carinhoso, como se já fosse bem íntimo dela. Entretanto, a moça não sabe nem que ele é, e fica visivelmente assustada.

Making Off:
A personagem Carol foi representada por mim, Prisciely, e o rapaz que supostamente passou a noite com ela em sua casa, foi representado pelo mais novo integrante da equipe, Alex Bark.
O cenário, apesar de algumas falhas vistas durante a edição, como a marca o leite “gritando” na cena, teve alguns detalhes pensados antecipadamente. Como por exemplo, onde colocar os pães, que ficaram em sacos de papel, pois como a personagem mora sozinha, não tem aquele cuidado de se preocupar em como armazenar os pães. Estes também foram trazidos velhos propositalmente, para mais uma vez mostrar o descuidado da jovem.
Durante a edição observamos que, apesar de nenhuma experiência dos “supostos atores”, até que não ficou tão ruim, e que os planos e close-up que havíamos planejado foram realizados.
Com um último toque a nossa diretora Luciane que, no finalzinho da edição percebeu uma falha no áudio, deu para consertar antes de salvar e ficou tudo certo. A nossa colega Ana Flavia, pensou no semestre que vem, quando tivermos que fazer outra gravação criada por nós, para fazermos a noite na balada, e os fatos acontecidos antes do café da manhã, mas ainda não definimos.
E, para finalizar, apesar do nervosismo visivelmente estampado na minha cara, e o Alex de saco cheio já de ficar entrando e saindo da cena, e também de um stress que rolou durante a gravação onde fomos sutilmente interrompidos por um desnecessário “QUE DELÍÍCIA!” de uma pessoa da turma ao me ver comendo aquele magnífico pão de quatro dias atrás, gostamos do resultado. E esperamos que a professora também goste, na apresentação do material editado, que acontece na próxima quarta-feira, dia 06/04.

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